quinta-feira, 23 de março de 2017

O DIABO À SOLTA



O DIABO À SOLTA
23/03/17



            Todos os santos dias o pacato cidadão do país a que ainda chamam Portugal, é agredido com notícias, factos e eventos de tal modo bárbaros e arrasadores de qualquer consciência sã, que apetece dar um tiro num pé e fugir para Espanha.
             A campanha de imbecilização é tão grande; os atentados à Ética e à Moral são tão iníquos; a cretinice política é tão vasta e a criminalidade tão aritmeticamente crescente, que enoja um cada vez maior número de pessoas. 
            O grau de corrupção é revoltante e contamina e asfixia cada vez mais contribuintes.
           A incompetência, antipatriotismo, e imoralidade política, da dita classe é avassaladora, gerando uma frustração e uma sensação de incapacidade de mudar ou combater o sistema, que fazem cada vez mais o número de votantes isolar-se, deixar de ouvir notícias ou ver televisão e abstrair-se de tudo de modo a salvaguardar a sanidade mental e o equilíbrio psicossomático.
            A mentira e a cobardia campeiam, a sociedade apodrece consistentemente.
            Os exemplos são às dezenas e diariamente a agressão é crescente.
            Vamos ficar por alguns exemplos, entre centenas!
                                                               *****
            Enquanto o polvo dos escândalos maiores nas malhas da justiça vai crescendo desmesuradamente, o PS, partido que “usurpou” o poder mediante expedientes legais da nossa democratíssima Constituição, não encontra melhor para o futuro do país, do que na sua última reunião magna, ir apoiar a legalização da prostituição (isto é das pegas de ambos os géneros e seus “establishment”); a morte dos doentes (Mengele volta que estás perdoado!) e da legalização das drogas (para já) leves, num verdadeiro amplexo ao vício, ao tráfico e à cultura de autodestruição!
            Servido por um Primeiro-Ministro com dotes de politiqueiro fino e habilidoso (não confundir com político), que se tem revelado manhoso e insinuante, um verdadeiro campeão europeu na modalidade de esgrima linguística.
            Que se afirma descendente de “indianos”, quando os referidos familiares nasceram debaixo da bandeira portuguesa…
            Que faz tudo aquilo para agradar ao bloco canhoto – formação política esquizoide onde medram verdadeiros esquizofrénicos sociais – que lhe serve, em simultâneo, de apoio e desculpa.
                                                                 *****
            Enquanto isto se passa, quando se fala na banca é para surgirem cada vez mais prejuízos, crédito mal parado, suspeitas de esquemas fraudulentos, esquemas em paraísos fiscais, anúncios de apocalipse.
            Quase ninguém vai preso; as investigações arrastam-se, a “malta” paga e fica sem dinheiro. As empresas estão descapitalizadas e sem crédito.
            O país afunda-se e é vendido ao desbarato...
            Os banqueiros, no entretanto, rodam de lugar, ou mantém-se no mesmo, com créditos pornográficos e galinha gorda sempre à mesa.
            Se um general mostrasse um cem avos da incompetência (já nem falamos de gestão danosa), demonstrada pelos gestores do sistema financeiro, iam a conselho de guerra, pela certa e num ápice…
            Acusam-me, amiúde, de abusar de adjectivos nos meus escritos. Pois para este âmbito não encontro adjectivos que cheguem…
            A sociedade está tão contaminada pelos maus exemplos de tudo o que se passa, que já começa a não saber distinguir o certo do errado, o Bem do Mal.
                                                                *****
            Na vergonha em que se transformou a prática futebolística profissional, a coisa culminou agora, com uma manifestação de má criação militante: um recém-eleito presidente de um grande clube, no seu primeiro discurso aos sócios, mandou “abaixo de Braga” todos aqueles que não fossem da “cor” do mesmo!
            Vai daí, as televisões ampliaram-no!
            E ainda teve o despudor de invocar um familiar, que até foi uma pessoa respeitável, para o exercício da brejeirice.
            É o que faz eleger-se para lugares de relevância cidadãos que estão ao nível do burgesso. Deve ser mais um dos “custos” da Democracia…
                                                                  *****
            Cada vez há mais censura: os “média” tidos de referência, escamoteiam ou ignoram notícias relevantes; além de fazerem campanhas contra este ou aquele, isto ou aquilo, em função do politicamente correcto, ou do “main stream” dos bem pensantes.
            Exemplo: a distorção do que se passa politicamente nos EUA; as consequências trágicas da onda de migrantes; até a notícia da reposição do serviço militar obrigatório na Suécia.
            Suécia que aparentemente está a ficar fora de controlo…
            A censura culminou com a recente tentativa de boicote de uma conferência, na Universidade Nova de Lisboa, sobre um tema quente da actualidade política internacional, por parte do Dr. Jaime Nogueira Pinto – uma figura por demais conhecida no país – para a qual tinha sido convidado e que acabou por ser cancelada por receio de desacatos.
            Já seria suficiente mau que poucas dezenas de estudantes universitários (de que só têm o nome), seguramente impolutos democratas do mais fino recorte, tenham decidido tentar impedir a fala, numa atitude que me vou coibir de classificar, mas que a mesma tenha sido cancelada por uma decisão cobardolas do “magnífico” reitor, é imperdoável!
                                                                 *****
            O “que vale” é que o mundo está louco: então o senhor Erdogan, Presidente da Turquia, quer à viva força vir fazer comícios políticos, em países europeus onde existe uma comunidade grande, de turcos, e exige que os respectivos governos autorizem e acordem nas suas exigências?
            Aconselho leitura das crónicas de Afonso de Albuquerque.
                                                                *****
            No meio disto tudo o senhor Presidente da República, esquecendo-se que já não é comentador, nem professor, tão pouco um cidadão como outro qualquer, quer comportar-se como se fosse omnipresente; omnisciente e omnipotente (Deus?), metendo-se em tudo e saltando constantemente de nenúfar em nenúfar, como se fosse um adolescente deslumbrado.
            Já não será altura de entender que um dia destes ninguém o vai suportar, nem querer ouvir ou ver e quando houver um problema sério para resolver, ninguém o vai levar a … sério?
            Que assim presta um mau serviço à República (também o que é que se pode esperar de uma “República”?) e irá causar um desgaste tremendo na função presidencial, desprestigiando-a?
            O Diabo anda à solta e, pelos vistos, recomenda-se.
            Deve ser por isso que a Igreja Católica deixou de falar nele.



                                                          João José Brandão Ferreira
                                                             Oficial Piloto Aviador

segunda-feira, 13 de março de 2017

Opiniao no Publico

Junto artigo de opinião, que me defende no processo que se arrasta, com o cidadão Manuel Alegre. Agradeço, naturalmente, ao autor, que não tenho o gosto de conhecer.
   

 Brandão Ferreira




sexta-feira, 10 de março de 2017

EFEMÉRIDE: O COLÉGIO MILITAR COMEMORA O SEU 214º ANIVERSÁRIO



EFEMÉRIDE: O COLÉGIO MILITAR COMEMORA O SEU 214º ANIVERSÁRIO

9/3/17


“Esperemos que agora também não tirem o
                                                                        escudo da Bandeira já que o Portugal se está
a ir, ao menos que nos deixem alguma coisa
para nos lembrar que continuamos portugueses”.

Bininha, peixeira no mercado do Bulhão, RTP 1, em 28/02/2002. Programa “bom dia Portugal”; no dia em que o escudo deixou de circular…

            Segue crónica do suspeito do costume.
            Tudo decorreu como é de tradição, isto é, bem!
            O Colégio Militar mostrou mais uma vez, que continua uma entidade viva, com alegria de viver, que se mantém uma família grande, que é uma instituição nacional e que os laços que ligam e prendem toda a “família colegial”, unem todos os que lá vivem, estudam e trabalham, se alarga às famílias dos alunos e ex-alunos e se estendem pela vida fora, num contínuo que dura desde 1803.
            Isto são os afectos verdadeiros, não os de circunstância.
            Não existem no País, muitas instituições mais antigas e com tantos pergaminhos como o Colégio Militar.
            É uma Instituição sólida, mas por mais sólida que seja pode desaparecer de um momento para o outro, vide o sucedido com o Instituto de Odivelas (fundado em 1900), ou o Supremo Tribunal Militar (fundado em 1641), só para citar estes.
            Por isso convém manter as culatras limpas e as baionetas caladas.
            O Batalhão Escolar – ainda ninguém se atreveu a chamar-lhe uma dessas siglas idiotas e inexpressivas com que têm maculado os corpos militares e militarizados – desfilou garboso pela principal avenida da capital – que melhor estaria engalanada – para espanto dos turistas desprevenidos e gáudio da assistência constituída maioritariamente, por ex-alunos e familiares dos actuais.
            É simplesmente um “espectáculo” que dá gosto ver.
            As moças ombrearam galantemente com os seus colegas rapazes, apesar da sua entrada forçada em ambientes restritos à masculinidade, baseada em cretinas teorias do género que um desalmado, canhestro e com o freio na boca, poder político, impôs.
            A cerimónia foi presidida pelo Vice-Chefe de Estado-Maior do Exército (ele próprio um ex-aluno), mas não ficaria mal ao actual Comandante do Exército por lá passar também, apesar de ter sido o único candidato ao cargo que quis acompanhar, posteriormente, o senhor ministro na sequência dos tristes acontecimentos que levaram à demissão do seu antecessor, General Jerónimo.
            Infelizmente o Colégio Militar representa tudo o que o maldito do politicamente correcto abomina e a generalidade da classe política/partidária escarnece. E os poucos que não escarnecem estão calados.
            Tal acontece por muitas razões de que elencamos algumas; logo por se chamar Colégio Militar, duas palavras que para estes infelizes, não ligam; depois porque é uma escola séria que funciona como tal, isto é, os professores ensinam e os alunos estudam; todos trabalham.
             Cumprimentam-se uns aos outros com a saudação diária e com continência, o que é correspondido. Não se grafitam as paredes, não se fumam charros e não se falta às aulas; os alunos não desrespeitam os professores e os progenitores não agridem os mestres.
            Tão pouco se praticam experiencias pedagógicas delirantes.
            Existe um Código de Honra (imaginem!) e as faltas e os maus comportamentos são punidos.
            Os calaceiros dão-se mal, os ladrões são expulsos e as actividades sexuais ficam na esfera do privado. Fora do colégio.
            O esforço é premiado, o hedonismo não é prioridade e o colectivo prefere ao indivíduo.
            A Ética conta, assim como os princípios morais e religiosos. O Bem ainda é chamado de Bem, e o Mal de Mal.
            Onde os deveres preferem aos direitos e estes decorrem naturalmente dos deveres cumpridos.
            O Colégio Militar é, no fundo, uma casa onde existe hierarquia, ordem, disciplina, autoridade, obediência, ética, liderança, onde se elogia o trabalho, se ama a Pátria e se serve a Nação.
            Tudo termos, farão os leitores o favor de reparar, que praticamente e há décadas, desapareceram do discurso político e do faladrar mediático.
            Longa vida ao Colégio Militar.
            Alma até Almeida.




                                                        João José Brandão Ferreira
                                                             Oficial Piloto Aviador

quarta-feira, 1 de março de 2017

HOMENAGENS MERECIDAS!



HOMENAGENS MERECIDAS!
26/2/17


“Aqueles que por obras valorosas se vão da lei da morte libertando”
Camões, Lusíadas, Canto I, 2

                No passado dia 23 de Fevereiro decorreu no Salão “Portugal” da Sociedade de Geografia de Lisboa (SGL) – local de tantos e notáveis eventos – uma justíssima homenagem pública, a D. Isabel Manuela Teixeira Bandeira de Mello Rilvas e às enfermeiras paraquedistas da Força Aérea Portuguesa.
                Esta homenagem ainda em vida das homenageadas (como deve ser), foi promovida pela Sociedade Histórica para a Independência de Portugal (SHIP), através do seu “Instituto” Bartolomeu de Gusmão, nome que bem melhor serviria para substituir aquele do aeroporto até há pouco conhecido como da Portela.
                A homenagem a que muito diligente e honrosamente se associou a SGL culminou com um jantar no Salão Nobre do Palácio dos Almadas, aquele onde reuniam os conjurados que resgataram, não só a independência de Portugal, em 1640, como outrossim, a Honra da Nação.
                Não podia a homenagem ter-se realizado em melhores locais, pois são “chãos sagrados” da nacionalidade portuguesa.
                Estão pois, de parabéns, estas duas vetustas e patrióticas Instituições criadas no século XIX, e que tão relevantes serviços têm prestado ao país. [1]
                Porque se fez esta homenagem?
                Por uma simples razão: as senhoras mereciam-na!
                Isabel Rilvas já tinha sido objecto de uma homenagem, em 15/2/2014, efectuada pela Força Aérea Portuguesa, no Museu do Ar, tendo sido condecorada com a Medalha de Mérito Aeronáutico de 1ª classe.
Por seu lado as Enfermeiras Paraquedistas foram exaltadas por aquele Ramo das Forças Armadas, em 7/12/2011, numa pequena cerimónia no EMFA, antecedida de uma missa na Igreja da Força Aérea e seguida de um almoço na Messe de Monsanto; e louvadas pelo Chefe de Estado Maior General das Forças Armadas, em nome do Conselho de Chefes Militares, em 4/6/2015.
               A Comissão Organizadora da Homenagem Nacional aos Combatentes, também decidiu distinguir estas excelentes militares, no ano de 2015, na cerimónia que realiza anualmente a 10 de Junho, junto ao Monumento aos Mortos do Ultramar, em Pedrouços. [2]
                A D. Isabel Rilvas, “Isabelinha”, como é conhecida é uma notável mulher portuguesa, nascida em 1935, com uma vida cheia e um curriculum extenso.
                Distinguiu-se entre os seus, não só por ser moralmente sã, mas por ter sido desde muito nova uma mulher corajosa, determinada e empreendedora. [3]
                Notabilizou -se em campos onde, à época, não era fácil a uma mulher fazê-lo, como seja no âmbito aeronáutico, onde pode exibir credenciais únicas e pioneiras.
                Destaco: obteve o brevet de Piloto Particular de Aviões, nº 945 em 28/8/1954, no Aero - Clube de Portugal, tendo participado em numerosas actividades e obtido vários prémios de que se destaca, o 2º lugar no primeiro campeonato nacional de acrobacia aérea, em 1959, onde foi a única mulher a participar; foi a segunda mulher portuguesa a ter o brevet de voo sem motor, em 1955, tendo batido o record de permanência no ar, em 1960, com 01:15’; obteve o brevet de paraquedista no Centro Nacional de Biscarrose, França, em 4/7/1956; foi a primeira paraquedista civil portuguesa a saltar em Portugal, em 16/1/1957, em Tancos; também a 1ª paraquedista mulher na Península Ibérica e o primeiro português a saltar em Angola e Moçambique (incluindo militares). Fez um total de 142 saltos.
                Ainda no âmbito aeronáutico, foi o primeiro português a obter o brevet de piloto de balão de ar quente, nos EUA, em 10/3/1981.
                Depois – o que configura um espírito de iniciativa invulgar – tendo sido embaixatriz, por via do seu casamento de 28 anos com o embaixador Leonardo Matias, de quem teve três filhos, Isabel Rilvas fundou a Associação das Mulheres dos Diplomatas Portugueses, em 30/6/1982, quando só havia quatro associações desse género em todo o mundo. É membro de muitas outras associações e em diferentes âmbitos.
                Desde muito nova que participou e participa em várias instituições de assistência social, não só fazendo parte dos seus quadros, mas também em trabalho voluntário.
                Foi, em súmula, e creio que ainda é, uma apaixonada pela causa do Ar, pela intervenção cívica, pela assistência aos mais desfavorecidos; pelos laços familiares, tudo envolvido na Fé Cristã que a assola e na ideia monárquica que a entranha.
                Foi ela, ainda que, inspirada num exemplo colhido em França, propôs ao então Subsecretário de Estado da Aeronáutica, em 1956, a criação de um corpo de enfermeiras paraquedistas a ser incluído no então Batalhão de Caçadores Paraquedistas – notável corpo de tropas, em boa hora criado, em 1955 – e que viriam a participar nas operações de contra subversão e contra guerrilha, desencadeadas em Angola a partir do bárbaro ataque ocorrido em 15 de Março de 1961, efectuado por uma verdadeira horda de assassinos desvairados, alimentados do exterior por organizações e governos inimigos de Portugal.
                Este corpo de enfermeiras militares paraquedistas constituiu, na altura, uma verdadeira inovação e surpresa, tendo sido aprovado pelo Chefe do Governo, Professor Doutor António de Oliveira Salazar, que com esse gesto confirmou, se tal fosse ainda necessário, a sua classe como estadista e homem de alma grande e visão larga.
                A criação e actuação das enfermeiras paraquedistas – esses “anjos que desciam do Céu” como passaram a ser conhecidas - revelou-se notabilíssima e heroica, tendo a sua acção sido alargada ao Estado da Índia, à Guiné, Moçambique e por último a Timor.
                O 1º curso teve lugar em 6 de Junho de 1961, tendo sido brevetadas 6 das 11 que se voluntariaram, em 8 de Agosto. De notar que todas provinham de escolas de religiosas, que davam cursos de enfermagem.[4]
Em 12 de Outubro de 1961, chegaram a Luanda, capital de Angola (nossa!), onde decorriam extensas operações militares.
                Seguiram-se mais oito cursos, tendo sido brevetadas 46 “Marias” das quais uma ficou ferida e outra morreu em operações. [5]
                As Forças Armadas e a Nação muito lhes devem.
                                                                               *****
                Esta homenagem – feita apenas a mulheres, unicamente por homens, que não precisam de pedir licença a feminismos serôdios e escalavrados – é ainda especial pois venceu um arreigado hábito em Portugal de só dar valor às pessoas, depois destas desaparecerem do número dos vivos (mesmo assim muitos notáveis nacionais estão injustiçados e outros mal avaliados) o que, por norma, ocorre por descaso, inveja ou questões ideológicas.
                Foi ainda feita por iniciativa de alguns cidadãos associados em duas instituições, também elas oriundas de iniciativas privadas, com créditos firmados, homenagem que foi organizada sem recorrer aos serviços do Estado com a honrosa excepção de material cedido graciosamente pela Força Aérea Portuguesa cujo Chefe de Estado-Maior se fez representar na cerimónia.
                Finalmente esta homenagem foi um sopro de ar fresco e saudável, não poluído pelos actos contumazes da baixa política partidária; de ideologias desnacionalizantes; pela corrupção dos negócios e do relativismo moral, sem vergonha, que avassala a desmoralizada sociedade portuguesa.
                É por isso, um marco de afirmação cívica, exaltação moral e exemplo para os vindouros.
                É uma vitória da virtude sobre o vício, da verdade sobre a mentira e do Bem sobre o Mal.
                Representou um lenitivo que alimenta a alma da Pátria Portuguesa que é o alimento do nosso espírito e o penhor do nosso futuro.
                Bem andaram.
                Em continência perfilo-me perante o exemplo destas minhas compatriotas.


                                                  João José Brandão Ferreira
                                                    Oficial Piloto Aviador

               


[1] A SHIP foi fundada em 1861 e a SGL,em1875.
[2] Note-se que estas homenagens só ocorreram cerca de 40 anos depois, do fim do conflito militar onde se notabilizaram…
Uma pequena distinção já tinha sido efectuada em 2006, pelo CEMFA de então; Uma outra homenagem foi feita num evento patrocinado pela Camara Municipal de Fafe, em Março de 2016.
[3] Não vamos dissecar o seu curriculum pois não é esse o objectivo deste escrito.
[4] A Escola das Franciscanas Missionárias de Maria e a Escola das Irmãs de S. Vicente de Paula.
[5] O último curso terminou a 25 de Agosto de 1974.